A Felicidade, Desesperadamente

‘Como eu seria feliz se fosse feliz!’ Esta fórmula de Woody Allen talvez diga o essencial – estamos separados da felicidade pela própria esperança que a persegue. A sabedoria, ao contrário, seria viver de verdade, em vez de esperar viver. É aí que encontramos as lições de Epicuro, dos estóicos, de Spinoza ou, no Oriente, de Buda. Só teremos felicidade à proporção da desesperança que seremos capazes de atravessar. A sabedoria é isso mesmo – a felicidade, desesperadamente. Se a filosofia não nos ajuda a ser felizes, ou a ser menos infelizes, para que serve a filosofia? Transcrição de conferência pronunciada por Comte-Sponville em 1999, ‘A felicidade, desesperadamente’ trata justamente do que o seu título sugere – da felicidade. O autor tenta reatar com a tradição filosófica que faz que a filosofia seja, etimológica e conceitualmente, o amor à sabedoria.

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