Jovem com tipo de autismo severo conta como o balé salvou sua vida

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Já falamos algumas vezes aqui no Hypeness sobre pessoas que possuem autismo e mostramtalentos extraordinários, superando de forma bastante poderosa esse distúrbio neurológico (relembre alguns posts aqui).

Philip Martin-Nielson nasceu em Middletown, Nova York, e foi diagnosticado muito cedo com uma forma de autismo severo, que fazia com que ele sequer conseguisse conversar com as pessoas, tolerar trocas de olhares ou que alguém o tocasse. Tudo mudou quando Philip tinha 6 anos e sua mãe o levou para a primeira aula de balé clássico. Desde então, é a dança que o mantém desbloqueado.

Hoje ele dança na Les Ballets Trockadero de Monte Carlo, uma companhia de balé composta apenas por homens, e credita a dançar por salvar sua vida, segundo o site MyFoxNy.

 

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As pessoas diziam que eu nunca seria capaz de viver por conta própria ou cuidar de mim, afirma Philip.

Seus pais procuraram terapia e o matricularam em aulas de esportes e ginástica. Quando ele finalmente ganhou a habilidade de falar, disse que queria dançar. “Essa foi a primeira vez que me concentrei, e a primeira vez que me vi realmente querer fazer algo e prestar atenção de verdade”, disse. Ele atribui também sua melhora a seus terapeutas e ao sistema de apoio para que ele esteja onde está hoje.

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O balé salvou a minha vida inteira. Se eu não tivesse balé, se eu nunca tivesse pisado em uma aula, eu provavelmente nunca teria me recuperado, desabafou. “Eu provavelmente ainda estaria em escolas especiais tentando apenas sobreviver”, conclui.

Inspirador é o mínimo!

 

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