Storytelling é uma ferramenta que também pode ser usada em família

STELLA AZULAY: paulistana, é escritora, palestrante, educadora e mentora parental, CEO da Escola de Pais XD e colunista do site Papo de Mãe/UOL. É formada em Jornalismo pela Fundação Cásper Líbero, tem especialização em Análise de Perfil pela Success Tools, em Neurociência Comportamental pela Faculdade Bellas Artes, e em Mentoria Parental pela Positive Discipline Association (EUA). Na década de 90, trabalhou como repórter no SBT na TV Record, em 1996, se tornou correspondente e passou quatro anos em Jerusalém, onde estudou a filosofia judaica nos preceitos da Kabalah. No Brasil, em 2004, junto ao cônjuge na época, decidiu empreender na filial brasileira de uma grande organização judaica de promoção de palestras, cursos e eventos sociais, foram 10 anos nessa empreitada. Já mãe de quatro filhos, abriu o escritório de Desenvolvimento Humano, em paralelo comandou um programa na TV Aberta. Em uma fase de recomeço pessoal, criou o espetáculo Mulheres Apaixonadas. Se casou novamente e em 2017, junto ao marido, criou a Escola de Pais XD.

“CONTE SUA HISTÓRIA PARA SEU FILHO”
Quebrar barreiras de comunicação e melhorar a relação entre pais e filhos por meio do diálogo é a premissa da educadora e mentora parental Stella Azulay, que lança “Conte sua história para o seu filho – 100 temas de histórias pessoais para aprimorar os vínculos familiares” 

DIVISÃO LIVRO
Dividido em uma centena de cards que estimulam o compartilhamento de algum tema de cunho pessoal, o livro-caixinha propõe diferentes oportunidades de conversa entre pais e filhos.
APRENDER A COMUNICAR
Educação parental apoiada em uma boa comunicação que, segundo a autora, deve ser a primeira lição a ser aprendida por quem é ou vai ser pai ou mãe. Como o storytelling da vida real pode ajudar no fortalecimento dos vínculos afetivos com os filhos e deixar as relações mais humanizadas?
GESTÃO DAS EMOÇÕES
Em tempos em que a saúde mental está na pauta no mundo todo, transpor barreiras emocionais que sempre estiveram presentes na criação de muitas gerações e falar sobre os próprios sentimentos são ideais que devem nortear uma criação afetiva e que acompanha as mudanças do mundo. Tão importante quanto fazer a gestão das emoções, saber se comunicar envolve conhecer as raízes. Entender de onde e de quais circunstâncias se deu nossa criação e conseguir se adaptar ao hoje para a partir daí pensar: Que filhos deixaremos para o mundo?

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