Trajetória da jornalista Maia Veloso.

Eu comecei a empreender aos 17 anos quando entrei na universidade, lá descobri que informação pode mudar a vida das pessoas e desde então, cada oportunidade de trabalho na minha área, comunicação, encarei como uma forma de empreender e crescer.
Pensar os processos de comunicação de forma holística, ampla e sempre conectados à outras áreas, fez toda diferença na minha vida profissional. Então, dá pra imaginar que ser colaborativo nunca foi uma opção pra mim e sim, prática. Desse modo, articulei um trabalho atrás do outro e descobri cedo que dava pra fazer várias coisas ao mesmo tempo, desde que todas fizessem sentido na minha jornada de trabalho e de vida.
O veículo TV foi o primeiro trabalho e até hoje é uma paixão, nele já desempenhei dezenas de funções. O Rádio foi flerte e só foi possível porque foi TV e Rádio juntos, rss. Já fui colunista de jornal várias vezes. A internet apareceu pra mim como pra você, a gente se perdeu no começo e ainda não se encontrou muito. O lance é que, se for job precisa validar tudo, todos os dias e se for ‘de onda’ também tem que estar atento. No meu caso, o fato de trabalhar com mídias híbridas, ajudou bastante a entender como funciona, mas internet é mesmo um construir diário.
E assim, fui indo e muitas milhas entre várias cidades e estados (São Paulo,Fortaleza, BH, Salvador…) um endereço nunca deixou de ser parte dos meus planos: viver e trabalhar ma minha cidade, Teresina. Consegui! Programas de TV Culturais, telejornais, âncora, debates…impossível resumir de tão rico que sempre é fazer TV. Ressalto com alegria o programa de auditório Sábado Show ( até hoje a maior audiência da tv aberta no Piauí); a direção artística da tramismissão do Interartes, na Serra da Capivara e o Poupa Show patrocinado pelo Poupa Ganha, que foi produzido e exibido em 15 estados do Brasil nas mais diferentes emissoras.
O Atitute também foi incrível, uma plataforma que incluía programa de TV (Meio Norte), site (atitudesempre.com.br) e prêmio Atitude, onde os agraciados foram o Instituto Dom Barreto( in memoriam Prof. Marcílio Rangel), o saudoso Horácio Almendra do IQE, Sarah Menezes antes mesmo de ser olímpica, a então secretária Rejane Dias pelo o trabalho de inclusão da pessoa com deficiência e o coreógrafo Marcelo Evelin pelo trabalho no Núcleo do Dirceu. Foram anos intensos de descobertas. Meu olhar se deslocava e mobilizávamos interesses em áreas como Educação, Esporte, Cultura, Artes e Social. Esse foi um caminho sem volta, porque nunca mais deixe de misturar os conteúdos, foi libertador a descoberta da multidisciplinaridade.
Na volta pra Teresina, meu lado empreendedor, numa escala maior e de risco, aflorou. Arte e produção de eventos chegaram juntos com a loucura de fazer a primeira galeria de arte da minha cidade. A galeria ‘Viva Arte’, ao lado do Rio Poty Hotel, surgiu repensando a forma de expor design regional conectado a grandes profissionais de arquitetura, artistas e eventos inspirados em cinema, gastronomia, música e apoiado por empresas incríveis.
Teve também a fase palestrante no Projeto Língua Solta, que eu mesma criei e rodei, por quase 10 anos, em escolas , faculdades e comunidades falando sobre temas integradores. Queria dividir tanta informação que, como jornalista, acesso todos os dias.
Há alguns anos veio uma nova fase empreendedora, dessa vez como consultoria de Comunicação de Marketing Corporativo, que hoje tem uma pegada digital também. Redes sociais, mapeamento de influência, produção de conteúdo e engajamento, marketing estratégico, eventos de impacto, design de causa….haja nuvem pra dar conta do que o “céu é o limite”! hahahaha. Muitos projetos têm acontecido nessa área!
E essa sou eu, independente do projeto pessoal ou profissional, meu ponto de partida é antes compartilhar tudo com Deus e a ele submeter todas as coisas. Sem isso, não saio do lugar…
Gratidão a todas as oportunidades!
Estou aqui, se precisar me chama que eu vou!
 

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